Ilha do Corvo 


A menor ilha dos Açores situa-se no grupo Ocidental, em que o seu todo corresponde a um edifício vulcânico principal, com uma caldeira no seu topo (denominada de Caldeirão) e com cerca de uma vintena de cones vulcânicos secundários nos seus flancos e no inteiro da caldeira. O Caldeirão é o principal elemento paisagístico da ilha, esta caldeira vulcânica tem uma forma elíptica, com um diâmetro máximo de 23 km e profundidade de 305 m. O seu interior é ocupado por uma lagoa pouco profunda e por vários cones vulcânicos de pequena dimensão que recortam a massa de água e que muitos dizem delinear o desenho das ilhas açorianas.

A vila do Corvo está implantada numa fajã lávica, que constitui a principal superfície aplanada da ilha e que teve origem em lavas basálticas emitidas do Morro da Fonte. O Portinho da Areia e a Ponta Negra têm uma clara expressão submarina (os designados “Caneiros”) e são local de eleição para os mergulhadores que buscam a ilha. No Alto dos Moinhos, junto à Ponta Negra pequenos moinhos de vento enfeitam a beira-mar.

Gastronomia


A gastronomia local assenta principalmente na frescura dos produtos retirados ao mar e colhidos da terra com especial destaque para o peixe e o marisco. O pão de milho produzido localmente é acompanhamento para pratos típicos como as tortas de “Erva do Calhau”. Está erva é uma espécie de alga marinha apanhada nas rochas junta à beira mar, da qual se retira a agua salgada. Depois de quebrada e cortada, é adicionada ovos batidos e farinha para moldar pequenos bolinhos. Muito apreciado, o queijo artesanal tem uma cura mínima de 60 dias. De pasta semidura e cor amarelada tem sabor persistente, com ligeiro toque picante.


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